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Caruaru,
Acidente vascular cerebral isquêmico
08 de Maio de 2009 | 03:40
 
    As doenças cerebrovasculares são uma das causas mas importantes  de morbidade e mortalidade em todo o mundo. No presente artigo enfocamos a  abordagem diagnóstica  inicial dos pacientes com acidente vascular cerebral isquêmico (AVCi), que corresponde  a cerca de 80% os casos, bem como  seu manejo terapêutico na admissão hospitalar. O tratamento com ativador de plasminogênio  tissular (rPA) é a intervenção com maior benefício no tratamento do paciente com AVCi, porém seu uso está restrito a uma pequena porcentagem de pacientes. Novas intervenções, como a  revascularização  mecânica, agentes trombolíticos  intra-arteriais  e neuroprotetores,  estão em estudos.
 
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08 de Maio de 2009 | 03:36
 
 
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08 de Maio de 2009 | 11:20
 
 
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DICAS E ORIENTAÇÔES
19 de Dezembro de 2008 | 05:51
 

Informações e orientações para ajudar o paciente a compreender os efeitos da pressão arterial elevada nos principais órgãos do corpo humano, reduzindo a chance de desenvolver complicações.

                CÉREBRO            

.Risco aumentado de AV (derrame)=comprometimento da fala, da memória e dos movimentos.

                CORAÇÃO

.Espessamento (hipertrofia) e dilatação do músculo cardíaco = comprometimento na força de bombear o sangue. Obstrução nas coronárias= angina, infarto.

OLHOS

.Endurecimento, estreitamento, obstrução e ruptura  ( hemorragias) das artérias da retina = perda progressiva da visão

RINS

.Obstrução das artérias dos rins = redução no tamanho dos rins com perda progressiva na sua capacidade de filtração (eliminar  substâncias  tóxicas ), quadro conhecido como insuficiência renal.

 
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INSUFICIENCIA CARDIACA
10 de Dezembro de 2008 | 12:49
 

INS. CARDIACA  SE DA QUANDO O PACIENTE   SENTE  QUE HA LIMITACAO AS SUAS ATIVIDADES  POR FALTA AR ,TOSSE, FADIGA   ANOREXIA , NAUSEAS SENCACAO DE BARRIGA CHEIA EXISTE  23000000  MILHOES DE PESSOAS NO MUNDO SENDO UMA DOENCA CONSIDERADA DE ALTA GRAVIDADE O SEU DIAGNOSTICO E COMPLEXO E TAMBEM SEU TRATAMENTO .

 

 
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Tendências futuras
08 de Dezembro de 2008 | 11:30
 

Futuras pesquisas e iniciativas dos órgãos gestores da saúde pública devem definir com maio precisão os níveis ideais da PA a serem  atingidos em pacientes de alto risco, idosos,diabetes  e com lesão a órgão –alvo. As perspectivas apontado para uma  ampliação das possibilidades de tratar, com novos fármacos e com a associação dos já existentes, garantindo maior eficácia no controle pressórico.O  conceito de que tratamento da hipertensão e mais uma  ação no sentido de reduzir o risco cardio vascular global devera ser incorporada de forma definitiva, objetivando proteção cardíaca,vascular, renal e metabólica. A informação e, sem duvida, uma importante arma na luta pela adesão ao tratamento, devendo envolver pacientes e profissionais de saúde, em um esforço  conjunto para deter o avanço  da hipertensão e do risco  cardio vascular.

 
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Hipertensão arterial na gravidez
02 de Dezembro de 2008 | 05:09
 

As  síndromes hipertensivas são as complicações mas freqüentes na gestação e constituem, no Brasil, a primeira causa de morte materna, principalmente quando se instalam nas suas formas graves, como a eclampsia e a síndrome Hellp.  São ainda responsáveis por altas taxas de mortalidade perinatal,  prematuridade e restrição  de crescimento fetal; e compreendem duas entidades: a hipertensão arterial  crônica e a pré-eclampsia

Eventualmente, a pré-eclampsia  pode instalar-se em uma gestante hipertensa crônica,  quadro denominado pré- eclampsia  superajuntada . A pré-eclampsia tem etiologia desconhecida.  Sua fisiopatologia relaciona-se com diminuição da perfusão placentária conseqüente  da falha na invasão do trofoblasto nas artérias espiraladas. Como resultado, há alteração da função endotelial, ativação do processo  inflamatório, queda dos níveis de prostaglandinas e aumento da ação do tromboxano resultando em aumento da reatividade vascular. A expansão do volume plasmático é menor ou inexistente com aumento do hematócrito, diminuição do fluxo plasmático renal e alteração do sistema de coagulação. O fluxo uteroplacentário  está diminuindo levando ao quadro  de insuficiência placentária. A pré-eclapsia  caracteriza-se pelo aparecimento de hipertensão, com  proteinúria  e/ ou edema ; ocorre após  a vigésima semana de gestação e é predominantemente patologia da primigesta.

Também são fatores  predisponentes a hipertensão arterial,  o  diabete, as doenças auto-imunes, as doenças do parênquima renal e aquelas com aumento da massa placentária, com a gestação múltipla, a gestação molar etc. Não é possível a prevenção da pré-eclampsia pelo desconhecimento de sua etiologia , podendo ser utilizada com tal finalidade a Aspirina, em baixa dosagem nos casos de alto risco.

Uma vez diagnosticada a doença, o objetivo  do tratamento é a prevenção das complicações maternas como descolamento  prematuro da placenta, acidentes vascular cerebral, edema agudo de pulmão,  insuficiência renal e agravamento do quadro clínico para pré-eclampsia grave, síndrome hellp e eclampsia; e de prejuízos para o feto, como o parto prematuro e o desconforto respiratório do recém –nascido. O sulfato de magnésio é a droga de escolha para o controle das convulsões eclâmpticas. A recorrência de convulsões é significativamente menor nas pacientes tratadas com magnésio que naquelas tratadas com diazepam ou fenotoína. O melhor tratamento para pré-eclampsia  continua sendo o pré-natal correto, o diagnóstico e o tratamento clínico precoces e o adequado momento para a interrupção da gestação, que é o tratamento definitivo.  

 

 
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Hipertensão Secundária
21 de Novembro de 2008 | 12:30
 

Hipertensão arterial secundária é uma forma de hipertensão arterial pontencial curável, dependendo de detecção precoce e abordagem especifíca que possam determinar resultados antes dos efeitos mórbidos da hipertensão prolongada. As causas e os métodos de detecção são diferentes; entretanto, uma estratégia comum na sequência da investigação, a partir da suspeita clínica até a comprovação diagnósticada e o tratamento, pode otimizar a detcção, o diagnóstico e o tratamento com nenor custo e maior benéficio. A prevalência de hipertenção secundaria  na população adulta  em geral é de aproximadamente de 5%  a 10%. Entretanto, algumas formas têm se mostrado mais prevalentes, nos últimos anos, em grupos populacionais específicos, merecendo destaque a doença renovascular por aterosclerose em decorrência de maior longevidade e envelhecimeno da população,  e o hiperaldosteronismo primário pela mundaça de paradigmas de rastreamento. Em termos individuais, detectar e tratar hipertenção secundária significa livra-se de uma perspectiva de vida de permanente controle medicamentoso e não-medicamentoso e da convivência com os ricos e as consequências mórbidas da hipertenção. Em termos populacionais, levando em conta a alta prevalência da hipertenção arterial na população em geral esses percentuais podem segnificar um contingente de alguns milhões de pacientes, parte dos quais pode ser resgatada das filas dos centros de atendemento primário e secundário nos quais demandam o custo médico e social das complicações e dos afeitos incapacitantes da hipertenção sistemática.

 
por Dr. José Alves | 2 - | Comente